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Conheça um pouco sobre mim e sobre a fisioterapia oncológica
Um pouco sobre a minha formação e experiência
Sou Fisioterapeuta graduada pela UEPB, Mestre e Doutora em Saúde Integral pelo IMIP. Já atuei como docente de cursos de graduação em fisioterapia por 6 anos. Trabalhei como fisioterapeuta da enfermaria de cuidados paliativos/oncologia do IMIP por 12 anos. Neste mesmo serviço fui preceptora de residências multiprofissionais em cuidado paliativo e em saúde do idoso. Hoje, atendo pacientes oncológicos na minha própria clínica, onde realizo acompanhamento do paciente desde o diagnóstico e pré-operatório até o tratamento de possíveis complicações que venham a surgir com o tratamento oncológico (cirurgias, quimioterapias e radioterapias). Nas páginas seguintes cito alguns dos tratamento que ofereço em meu espaço.

Sobre a fisioterapia
oncológica
Tanto a doença oncológica em si quanto o seu tratamento (cirurgia, quimioterapia, radioterapia) podem causar disfunções ao paciente, como dor, fraqueza muscular, fadiga, fibroses, aderências cicatriciais, separação das bordas cirúrgicas, linfedema, entre outros sintomas. O fisioterapeuta oncológico pode prevenir, melhorar ou reverter essas condições, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.
Fisioterapia no pré e pós operatório de cirurgias oncológicas.
Com o acompanhamento da fisioterapia desde o diagnóstico o risco de complicações no pós operatório diminui e o tratamento das complicações que surgem é mais rápido e efetivo. Uma vez surgindo complicações, a fisioterapia torna-se ainda mais necessária para a melhora mais rápida dos sintomas, dos movimentos, da força muscular e da cicatrização afim de permitir uma melhor qualidade de vida e retorno às atividades.

Tratamento de fibroses e aderências cicatriciais
A fibrose é uma complicação que pode cursar com dor e limitação de amplitude. A fisioterapia é essencial no seu tratamento. Deve ser iniciada o mais rápido possível, de modo a reorganizar o colágeno depositado, liberando o movimento, prevenindo e tratando aderências teciduais (quando um tecido cola no outro) e melhorando a dor.
Tratamento do Linfedema

O linfedema é uma complicação caracterizada por inchaço devido ao acúmulo de líquido e proteína entre os tecidos. Não tem cura, mas pode ser controlado. O tratamento inclui cuidados com a pele, enfaixamento, drenagem linfática e exercícios.
Tratamento da Síndrome da Rede Axilar
A Síndrome da Rede Axilar é caracterizada pela presença de cordões que limitam muito o movimento do membro superior. O fisioterapeuta utiliza vários recursos no tratamento dessa condição. A terapia manual pode “soltar” ou romper esses cordões e melhorar o movimento.

Tratamento das radiodermites
A radiodermite é uma das complicações que pode ocorrer durante o tratamento de radioterapia na região que recebe a radiação, gerando uma lesão na pele irradiada, como uma queimadura. O laser é um recurso usado na fisioterapia que favorece a regeneração tecidual sendo importante para o tratamento e prevenção das radiodermites em seus mais diferentes graus.

Fisioterapia no tratamento quimioterápico
A administração de drogas quimioterápicas para o tratamento oncológico pode provocar muitos efeitos colaterais a curto, médio e longo prazo. A fisioterapia pode ajudar direta e indiretamente a controlar esses efeitos. Como exemplo podemos citar a fadiga oncológica, as dores articulares e musculares, as neuropatias (alteração de sensibilidade e dor nas mãos e nos pés), as flebites e a mucosite (inflamação da cavidade oral).
